Senador Fagundes é candidato ao governo de MT

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O senador Wellington Fagundes é pré-candidato ao governo de Mato Grosso pelo PR

O senador Wellington Fagundes (PR-MT) disse que outros cinco partidos já se comprometeram a apoiar sua candidatura ao Governo de Mato Grosso nas eleições de 2018.

Segundo o parlamentar, além do PR, MDB, PP, PSD, PTB e PC do B irão compor a coligação que lançara seu nome em oposição ao governador Pedro Taques (PSDB).

O último partido a se juntar ao grupo foi o PSD, do ex-vice-governador Carlos Fávaro, que vem construindo sua candidatura ao Senado. Segundo Fagundes o apoio teve o aval do presidente nacional da sigla, e Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, Gilberto Kassab.

As informações foram dadas pelo senador em entrevista à Rádio Capital na manhã desta sexta-feira (27). “Ontem, realmente nós tivemos uma reunião para receber a adesão do PSD ao nosso bloco de partidos, da nossa aliança, formada pelo MDB, o PP, o PSD agora, PTB, o PR e o PC do B. Ela se deu depois de muitas reuniões. Desde o ano passado a gente já vinha trocando as ideias. Há poucos dias atrás tivemos uma reunião em Brasília com o presidente Kassab onde ficou selada a definição pelo atual diretório”, disse Fagundes.

De acordo com o senador, o apoio do PSD foi referendado por lideranças de Mato Grosso como o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, o vice-prefeito de Cuiabá, Niuan Ribeiro, e do ex-deputado federal Roberto Dorner, que disputará novamente o cargo em 2018.

Questionado sobre o fato de Carlos Fávaro ter sido vice-governador por quase três anos e meio e agora fazer parte de um grupo de oposição a Taques, o senador disse que “errar é humano”.

Ele revelou que o ex-aliado do governador já vinha mantendo conversas sobre uma possível composição desde outubro do ano passado. “Eu sempre acredito que errar é humano, mas permanecer no erro não é o melhor caminho. Nós temos conversado com o Fávaro desde o ano passado, já em outubro, depois tivemos uma reunião em novembro onde ele colocava que não tinha condições de manter essa aliança com o governador Pedro Taques porque o governador não dialoga d tem todas as dificuldades de uma gestão muito engessada. Então ele vem para o nosso bloco para somar”, disse o senador.

SENADO

Fagundes, porém, disse que as candidaturas dentro da composição ainda serão discutidas. Ele citou que a ex-reitora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria Lúcia Cavalli Neder (PC do B), além da empresária Margareth Buzetti (PP), também se colocaram a disposição para disputar o Senado.

O parlamentar, porém, já adiantou que seu nome foi o escolhido como o candidato do grupo ao Governo e que o posto “não está em discussão”. “Cada candidato ao Senado vai se apresentar como pré-candidato na construção de uma candidatura viável. O PC do B tem o nome Maria Lúcia Cavalli Neder, o PP também tem o nome da Margareth Buzetti. São três nomes. Mas claro que uma coligação terá dois candidatos a senador e aí teremos mais quatro candidatos a suplente para participar da majoritária. A candidatura para governador esta definida. Não tem disputa. O nome do senador Wellington Fagundes foi homologado como alternativa a este governo que está implantado”.

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Denizar de Sá - CEO Denizar A Tribuna

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